30 outubro 2007
SEM RESERVA - 30/10/2007
25 outubro 2007
SEM RESERVA - 25/10/2007.
22 outubro 2007
SEM RESERVA - 22/10/2007.
E o mais curioso: Na mesma época das instalações dos relógios, também aumenta o volume de publicidade da Ceron na mídia. É só conferir desde os anos de 2003 pra cá.
ROBERTO, TRÊS MARIAS E RIO MADEIRA.
19 outubro 2007
SEM RESERVA - 19/10/2007.
EXPEDITO JÚNIOR MENOSPREZA OS RONDONIENSES.
18 outubro 2007
SEM RESERVA - 18/10/2007
Certamente não foi o deputado Miguel Sena que pensou ou criou o Projeto que cancela o auxílio moradia no Judiciário. Algum espírito santo de orelha soprou no seu ouvido a idéia. O jaboti na árvore do gabinete do parlamentar de Guajará-Mirim não foi colocado lá pela enchente. Tudo leva a crer, que quem colocou o bicho lá, foi mesmo mão de gente, com nome, sobrenome e endereço conhecido e sabido. É só juntar as peças que dá para se chegar até o idealizador da matéria.
Mais: Com isso, Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Tribunal de Justiça jogaram o governador na parede. Ou repassa o dinheiro do duodécimo, do jeito que a gente quer, ou pode vir aí um pedido de intervenção no Estado. Foi por esse caminho e mais as gravações autorizadas pela Justiça, que a "operação dominó" chegou lá.
Por aí se vê, que apesar da Polícia Federal ter estourado a ação da quadrilha da Assembléia, em agosto de 2006, muitas mágoas ainda ficaram perambulando pelo purgatório. Nem a "operação dominó," com todas as prisões efetuadas, conseguiu tirar as almas magoadas desse caminho entre o céu e o inferno.
Talvez agora, com o Projeto de Miguel Sena, uma espécie de "enfant gaté" do chefe do Ducado Rolimourense, mexendo no bolso do Judiciário, consiga transferir de vez algumas almas do purgatório para o céu ou o inferno. Porque como dizem por aí: "Vingança é um prato que se come frio".
Com a grana, começaram a aparecer centrais sindicais como mosquito da dengue em Porto Velho. Antes, era só a CUT e a Força Sindical. Agora, já há mais de meia dúzia. E vão chegar logo a uma dezena. Para mamarem o Imposto Sindical. Mas é claro, pô!
Amanhã eu volto, tá internauta?
17 outubro 2007
SEM RESERVA - 15/10/2007
No sinistro episódio do afastamento do senador Renan Calheiros da Presidência do Congresso Nacional, por 45 dias, na base do "dá ou desce," quem mais sofreu foi o senador Valdir Raupp. E isso tem uma explicação: Raupp só chegou a ser o líder do PMDB, por imposição do até então todo poderoso Renan. Ele precisava ter na liderança do partido um senador inexperiente, despreparado e, acima de tudo obediente às suas ordens e do Sarney.
Para satisfazer sua ganância pelo poder, Renan queria ter o controle total da bancada do PMDB, a maior do Senado. Até os chamados independentes, como Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos, ele acreditava conseguir controlar.
Com o domínio sobre os senadores peemedebistas e com as bençãos da velha raposa chamada Sarney, Calheiros pretendia aumentar ainda mais o seu poder de fogo para negociar, visando com isso uma maior participação do PMDB na distribuição dos cargos da Administração Federal, aproveitando da fraqueza política de Lula. Foi por isso que a dupla Renan/Sarney transformou Valdir Raupp em líder da bancada, para ser os olhos, o nariz o ouvido e o boneco de ventríloquo do presidente do Senado, em todos os momentos.
Agora, licenciado "sem querer querendo" e totalmente desgastado e desmoralizado, sofrendo pressão de todos os lados, Renan deixará de vez, desonrosamente, a Presidência do Senado. Ele não tem saída e não vai segurar nada pra ninguém, porque não é de fazer essas coisas. É daí que o senador Valdir Raupp poderá ser esquecido, ou seja: Ser sepultado sem velório.
Raupp caiu em desgraça quando começou a cumprir ordens de Renan e Sarney às cegas. O expediente que ele usou para remover os senadores Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, duas das maiores reservas morais do partido, desde que se chamava MDB, obedecendo como um vassalo as ordens de Renan Calheiros, foi melancólico e constrangedor. Mesmo pedindo desculpas por tudo, se humilhando para justificar sua atitude, o senador rondoniense se mostrou pusilânime. Sua imagem, hoje, está caracterizada a do chamado "pau mandado," não só pelo alto e o baixo clero do senado, mas também por boa parte da mídia nacional.
COITADINHO DOS DEPUTADOS.
O presidente da Assembléia, que é o candidato oficial do DUCADO ROLIMOURENSE ao governo do Estado, em 2010, pelo cargo que exerce no Legislativo vai receber em torno de R$ 250 mil. Um bom salário, né!
Nos primeiros quatro meses desta Legislatura, foram realizadas duas importantes eleições na Assembléia: A primeira,em fevereiro deste ano, para escolher a nova Mesa Diretora da Casa, para gerenciar os trabalhos do Poder Legislativo, no biênio 2007/2009. A segunda, por incrível que pareça, quatro meses depois da primeira, foi justamente já para reeleger o presidente Neodi de Oliveira, para o biênio 2009/2011. Esquisito, né! Desse jeito, o atual presidente, através da generosidade de seus pares, ganha, não sei se de graça ou comprado, um belo presente: A prorrogação do seu mandato na Presidência do Poder Legislativo.
Como essas eleições e reeleições para presidente da Assembléia, costumam não ser por amor à Pátria, é facil calcular que tudo isso tem um custo muito alto. Os deputados, coitados, despendem muito esforço físico para esse tipo de trabalho. No passado (não muito distante), o desgaste era tanto, que antes da votação eles ficavam concentrados em algumas fazendas ou hotéis luxuosos, com todas as sinecuras, para não cansarem em razão da grande responsabilidade com a escolha do chefe do Legislativo. A concentração era feita nos mesmos moldes da seleção brasileira. E os nossos gloriosos parlamentares ficavam longe dos olheiros e de suas malas pretas.
A VEZ DO 2º SUPLENTE.
Aquele cabeludo desgrenhado, suplente de senadon Wellington Salgado, que é um fraude geográfica e eleitoral, porque é de São Gonçalo, No Rio de Janeiro, mas como suplente do senador Hélio Costa, do PMDB de Minas, para felicidade geral da Nação, só ficará no mandato até dezembro (aleluia!) porque, a partir de 2008, será a vez do 2º suplente, o Fioravante, assumir a cadeira pertencente ao senador Hélio Costa, atual ministro das Comunicações.
O suplente cabeludo, que é dono de uma indústria educacional, a "Universidade Universo," já deve ter se ressarcido de sua parte no financiamento da campanha de Hélio Costa. Agora será a vez de o 2º suplente receber o segundo pedaço da partilha do mandato. Isto é Brasil!!!
Caso o Conselho recomende a cassação de Renan Calheiros, o Palácio do Planalto começa a trabalhar para que ele renuncie ao cargo de presidente em definitivo às vésperas de ser julgado pelo plenário. Em troca o PT vota pela absolvição dele. É, desse jeito o boi pode ser ressucitado pela petezada. Isso é que dá vergonha na gente, ver tanta armação e manobra política. O País está cansado de tantos escândalos, de tantas espertezas e artimanhas sem punição. Mas, infelismente o povo já se acostumou.
Cadê a convicção da multidão que na década de 80 foi para as ruas pela campanha das diretas-já? Onde se esconderam os caras-pintadas? Onde estão os sindicatos, a OAB, os intelectuais, os estudantes, o Transparência Nacional, a CNBB? A passividade está cada vez mais intrínseca, quando não deveria. Enquanto nada muda, resta apenas esperar pelo próximo COCO a ser digerido com casca e tudo. Infelismente.
10 outubro 2007
SEMRESERVA - 10/10/2007.
08 outubro 2007
SEM RESERVA - 08/10/2007.
A Justiça, por ser Justiça e fazer Justiça. A Polícia Federal porque descobriu as duas identidades do banqueiro Sidney ou José Caleide. O Banco Central, devido ter autorizado o funcionamento da financeira, dirigida por um empresário que usa dois nomes: Um falso e o outro verdadeiro, dizem.
Mais: A SIGNOS, à época que a "Operação Dominó" prendeu a quadrilha que assaltou os cofres da Assembléia Legislativa, além de fechar a casa bancária do Sidney ou do Zé Caleide, descobriu também que alí se fazia muita lavagem de dinheiro sujo do Legislativo. Mas, depois de uma semana ela voltou a funcionar normalmente, sem que o misterioso Banco Central falasse nada.
É por isso que o passoal do "Linha Direta" estaria pensando em fazer matéria sobre o episódio da descoberta da dupla identidade do dono da financeira, que alega ter agido assim para não ser morto, por causa de um crime que ele, José Caleide, cometeu em uma cidade do interior do Estado do Amazonas.
OS ESCÂNDALOS FINANCEIROS
A quebra do Banco Marka, que voltou aos noticiários em razão da prisão de CACCIOLA, seu antigo dono, em Mônaco, gerou lucros inacreditáveis para esse vigarista. Sobre esse caso, muita gente diz que o Banco Central perdeu mais de R$ 1 bi. Outros afirmam que o BC não perdeu nada.
Esse CACCIOLA è um bandido dos maiores, devia, quando preso aqui no Brasil, ter sido condenado à pena máxima, sem direito à condicional ou à progressão. Ele quebrou o Marka, da mesma forma que o banqueiro Edmar quebrou o Banco de Santos, altamente protegido por algumas pessoas do governo.
E A MENTIRADA CONTINUA
Pois é. A miséria no Nordeste continua sendo varrida para debaixo do tapete, no sentido de resguardar a imagem do Brasil durante as viagens do presidente Lula ao exterior, mentido que pobreza no País diminuiu muito. Só mesmo Lula e sua claque de aloprados, continuam vendo essas coisas. No seu Estado de origem, Pernambuco, precisamente na cidade de Manari, a maioria dos 15 mil habitantes do município vivem abaixo da linha de pobreza. Mais: Em Alagoas, terra do beleguim Renan Calheiros, homem de confiança do presidente da República, 44% da população vive em completa miséria.
05 outubro 2007
SEM RESERVA - 06/10/2007
O que mais me intriga em relação aos políticos, não só os de Rondônia, é a rapidez com que aumentam, de forma exagerada o seu patrimônio pessoal.
Quando assumem um cargo, é impressionante, mudam da forma de vestir ao lugar de morar. E não sendo herdeiros de fortunas, ou do exercício de outra atividade lícita, é porque, então, existe maracutaia. "Jaboti não sobe em árvore. Quando está lá, ou foi enchente ou mão de gente," dizia o jornalista Rubens Coutinho, nos tempos em que apresentávamos o programa Hora da Verdade, na Rádio Caiari.
Os milionários negócios, fechados por conhecidos políticos na compra de terras, fazendas e milhares de cabeças de gado, no período de 2003 a 2006, é um exemplo vivo de jaboti que aparece em cima de uma árvore. Tá na boca do povo.
Uma mudança radical de mentalidade, a partir da conscientização já na escola de primeiro grau, precisa ser feita para exterminar a idéia de que cargo público importante não é sinônimo de riqueza fácil e abundante.
03 outubro 2007
SEM RESERVA - 03/10/2007
DESAPARECEU. CAIU NA CAPOEIRA. OFICIAIS DE JUSTIÇA DE RONDÔNIA E DO DISTRITO FEDERAl ESTÃO DOIDOS ATRÁS DELE, MAS NINGUÉM ATÉ AGORA CONSEGUIU LOCALIZÁ-LO.
Congresso Nacional.
Um amigo, jornalista, diz que o "professor" Moisés, que gerenciou os destinos do Poder Legislativo de Rondônia, no período de fevereiro de 2003 a fevereiro de 2007, se sustenta em Brasília, através de rendas. Mas que rendas? Um professor, pelo que se sabe, não recebe salário suficiente para viver nababescamente de rendas, uaí! Ainda mais no Distrito Federal, pô! E o jornalista, em tom de ironia, volta a dizer: "Ele vive de rendas, sim senhor. Compra rendas no Ceará para vender em Brasília. Hoje, por sinal, o melhor lugar para se viver de rendas.
Isso lembra o trabalho do Juíz Giovanni Falcone, responsável pela operação "Mãos Limpas" para acabar com a máfia na Itália. Falcone dizia que, "quando a delinqüência conquista o poder, o oficial confunde-se com o marginal."